Nesta segunda-feira (27), o Sindicato dos Professores Municipais do Paulista (SINPROP) promoveu uma assembleia extraordinária para abordar a grave crise financeira enfrentada pela Prefeitura de Paulista, que compromete o pagamento do terço de férias dos professores.
Durante o encontro, o sindicato esclareceu a situação de déficit financeiro da prefeitura aos professores. Embora a gestão municipal tenha recebido o repasse federal superior a 7 milhões em janeiro, os recursos disponíveis são insuficientes para efetuar o pagamento do terço de férias dos professores. A conta do FUNDEB, que financia a educação, conta com apenas R$1,4 milhão, enquanto a folha do terço de férias é de R$3 milhões e o pagamento da folha mensal regular, da Secretaria de Educação, é superior a R$10 milhões. Isso deixou a prefeitura impossibilitada de cumprir com o pagamento do terço de férias, que deveriam ter sido quitados até o último dia útil de dezembro, conforme a legislação.
Em reuniões com as secretarias municipais, o SINPROP teve acesso às dificuldades enfrentadas pela nova gestão municipal, que, apesar de estar tentando soluções como o remanejamento de recursos, ainda enfrenta obstáculos financeiros.
Em meio a esse cenário, Iramaia Vasconcelos, Presidente do SINPROP, destacou a postura do sindicato diante da crise: “Nos reunimos hoje, a partir de solicitações da própria categoria, para deliberar por buscas de soluções para o pagamento urgente do terço de férias dos professores. A situação é difícil, e o SINPROP continuará pressionando para garantir que os direitos dos professores sejam respeitados”.

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