É o menor valor desde 1996, quando começou a ser implantado o voto eletrônico, diz a presidente do TSE. O valor foi divulgado a partir de 2000, quando o custo por eleitor foi de R$ 4,45. Na última eleição municipal, em 2008, o custo do voto por eleitor foi R$ 3,75.
Conforme o tribunal, o principal motivo para uma eleição mais barata foi a redução de 42% em relação a 2008 nos custos com o emprego das forças armadas. O valor empregado em 2012 foi de R$ 24,212 milhões.
No primeiro turno, 401 cidades tiveram reforço das tropas para a segurança e no segundo, dois municípios. Em relação a apoio logístico das Forças Armadas, para transporte de urnas, 76 cidades tiveram reforço no primeiro turno e duas cidades no segundo.
“Os tribunais regionais eleitorais (TREs) foram muito atentos e firmes no sentido de gastar o que era preciso gastar. Nós enxugamos onde pode haver a instituições de comitês com representantes da polícia estadual, civil e federal, e, com isso, os gastos com força federal diminuíram quase pela metade”, disse Cármen Lúcia.
Ainda segundo a presidente do TSE, gastos com alugueis de carros para transporte de urnas e biometria também influenciaram para um menor custo. Ela completou: “Os TREs planejaram de forma diferente e esse gasto foi menor. A eleição é uma operação complicada, grandiosa e vamos avaliar para ver porque chegamos a esse dado (de redução de custo). É dinheiro público gasto com o essencial, que é a democracia. Quanto mais se informatiza, a tendência é baixar os custos”.
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