13 de setembro de 2012

Petista entra com pedido de cassação de Matuto

Durante coletiva dada ontem à Imprensa, o candidato a prefeito de Paulista, Sérgio Leite (PT), trouxe a público graves denúncias contra a candidatura de seu principal adversário, Junior Matuto (PSB). De acordo com o prefeiturável, o PT entrou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), pedindo a cassação do registro de candidatura, além da inelegibilidade de Matuto e de seu vice, Jorge Carreiro (PCdoB), e do atual prefeito Yves Ribeiro (PSB), por oito anos. “Esta eleição deveria ser um debate de ideias, projetos e propostas. E, na verdade, nós estamos enfrentando um debate do poder econômico, do uso da máquina”, disparou o petista.

Entre as denúncias contra Junior Matuto, estão distribuição de 12 mil brindes em campanha antecipada, após descer de helicóptero, com várias pessoas vestidas de camisa amarela; publicação de 50 outdoors na PE-15 com o intuito de promover sua imagem; promoção de festa com banda em parque aquático; distribuição de lanche gratuita no Terminal Integrado de Paulista; suposto ato de abuso de poder ecômico pela prefeitura, obrigando os funcionários a participar da campanha; supostas participações do prefeiturável em inauguração de obras da prefeitura nos bairros do Janga e Maranguape II; uso da máquina administrativa, com pintura de amarelo pela própria prefeitura, nos locais por onde o candidato passe em campanha; e, por fim, distribuição de alimentos no conjunto Beira Mar, também no Janga.

Matuto Responde,

Por meio de nota enviada pela assessoria, a coordenação da campanha de Junior Matuto classificou a denúncia como uma onda de calúnias e ataques promovida pelo petista Sérgio Leite. “Matuto e seu vice de chapa, Jorge Carreiro, estão desenvolvendo uma campanha limpa e propositiva para colocar Paulista no ritmo de Pernambuco. Mas o petista Sérgio Leite, que já tinha a eleição como ganha e inconformado com a liderança de Matuto nas pesquisas, resolveu disseminar uma onda de ataques e agressões à Frente Popular de Paulista, demonstrando total sinal de desespero e desrespeito com o eleitorado paulistense”, rebateu.

Prefeitura Responde,
Procurado pela reportagem, o chefe de gabinete da Prefeitura de Paulista, Gilberto Lopes Filho, explicou que o próprio prefeito expediu um decreto contra o uso da máquina pública. Com relação à participação dos servidores nas caminhadas, ele respondeu que não procede. “Como os eventos políticos são de 16h e o expediente da prefeitura só vai até as 15h, os servidores estão liberados para ir para qualquer ato que eles quiserem”, defendeu 

Folha de PE

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